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Pagar menos
impostos é um direito seu,
é legal e faz bem para sua empresa
A escolha do consultor
IDEAL para lhe assessorar no seu plano estratégico é de VITAL
IMPORTÂNCIA, principalmente para conjugar as diversas formas para obtenção de vantagens fiscais, que se
entrelaçam, nas áreas: Institucional/Societária, Fiscal/Tributária,
Trabalhista/RH, Contábil e Jurídica, cujo planejamento tem
por consequência o resultado financeiro das empresas (Economia
pelo enquadramento certo e aproveitamentos contínuos no dia a dia
operacional).
1
- Planejamento Tributário
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Essa
divisão, da maior importância na administração Tributária de
uma forma geral , subdivide-se em dois grupos:
Administrativo e Judicial.
Planejamento Tributário
Administrativo (PTA)
Conhecido,
também, como gerencial, tem como escopo principal, a sua
aplicabilidade sem a necessidade de autorização Judicial.
Esse planejamento acontece antes da ocorrência do fato
gerador e depende unicamente da vontade da empresa na sua
praticabilidade, que é possível nas mais diversas situações
da atividade operacional.
Ao
contrário do que muitos imaginam, a essência do PTA é a sua
simplicidade. Não é apenas com a realização de complexas
operações de reorganização societária ( fusão, incorporação
e cisão) que os resultados são auferidos.
Por essa
característica bastante peculiar é que as empresas encontram
tanta dificuldade para colocar em prática o PTA com sucesso,
pois, em nossa vida pessoal e/ou profissional, não estamos
acostumados a observar as coisas mais óbvias.
Na rotina
do nosso trabalho, passam diante de nós idéias que, somadas
ou isoladamente, poderiam resultar em grande economia de
impostos, mas que não são aproveitadas pela sua própria
simplicidade.
A missão da
Rede Ideal Office é justamente mostrar as diversas
fases do Planejamento Tributário, desde a sua idéia até a
sua conclusão, com o único objetivo de proporcionar aos seus
clientes, de forma prática e segura, os resultados
esperados.
Planejamento Tributário
Judicial (PTJ)
Tem como
fonte principal de aplicabilidade a utilização de ação
Judicial, através de liminares, sentenças, decisões de
Tribunais, etc, visando reconsiderar situações passadas,
cujo fato gerador já aconteceu ou situações futuras,
excluindo a exigência Tributária, parcial ou integralmente.
Por
incrível que possa parecer, há quem considere o Planejamento
Tributário Judicial apenas um risco, pois a sua eficiência
depende do resultado de uma medida processual, que escapa do
controle do contribuinte.
Porém, não
se pode, em hipótese alguma, deixar de reconhecer o sem
número de decisões, até mesmo definitivas, que premiaram as
empresas que recorreram ao Poder Judiciário para ver seus
direitos reconhecidos.
É lógico
que em situações em que é possível, a opção tem que ser pelo
PTA, cuja aplicabilidade depende unicamente da vontade da
empresa, pois não necessita de autorização Judicial.
Para não
ficarmos apenas nas palavras, mencionamos algumas teses que
começaram a ser praticadas timidamente há poucos anos e que
já receberam decisões favoráveis na Justiça, revertendo-se
em ganhos financeiros excepcionais para as empresas de uma
forma geral.
Exemplos:
- Possibilidade de
continuar efetuando a correção de balanço, após a
sua extinção em 1996, para efeito de Imposto de
Renda, para as pessoas jurídicas com patrimônio
líquido maior que o ativo permanente;
- Exclusão da
Contribuição Social sobre o lucro da própria base de
cálculo e da base de cálculo do Imposto de Renda
pessoa jurídica;
- Possibilidade de
crédito presumido do IPI na aquisição de insumos
adquiridos com isenção, não tributação ou alíquota
zero do imposto;
-
Inconstitucionalidade de diversos aumentos de
alíquotas do ICMS, com a possibilidade de
aproveitamento através de crédito na escrita fiscal,
relativamente ao imposto destacado a maior em nota
fiscal emitida pelo contribuinte;
- Possibilidade de
recolhimento semestral do PIS, sem atualização
monetária, em razão da inconstitucionalidade dos
decretos leis nºs 2445/88 e 2449/88, que abrange
períodos de altíssimos índices inflacionários , cuja
compensação ainda pode ser efetuada nos dias de
hoje;
- Inconstitucionalidade de diversos aumentos de
alíquotas e ampliação da base de cálculo da COFINS, o que enseja a possibilidade
de compensação e recuperação do montante indevidamente recolhido;
- Cobrança indevida
de ISS nas operações que não figuram expressamente
da lista de serviços derivada da legislação federal.
Na realidade, esses são
apenas alguns exemplos de sucesso judicial, mas devemos
ressaltar que é a conjugação dos dois tipos de
planejamentos (PTA e PTJ) que proporciona os resultados
esperados pelas empresas, não sendo exagerada a
afirmação de que esses planejamentos são os grandes
responsáveis pelos excelentes números mostrados nos
balanços patrimoniais de muitas empresas no Brasil.
Embora
ainda existam muitas teses para discussão Judicial, o que
todos nós que atuamos na área Tributária precisamos é
identificar, nesse emaranhado de legislação, novos pontos de
inconstitucionalidade e mesmo de ilegalidade, que prejudicam
as empresas brasileiras.
E essa é a
proposta da Rede Ideal Office: AJUDAR O
CONTRIBUINTE A FAZER A SUA PRÓPRIA REFORMA TRIBUTÁRIA |
2
- Administração do Passivo Tributário (APT)
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Quando se
fala em Passivo Tributário, a associação com a palavra
dívida é imediata e uma mera conseqüência, o que gera o
sentimento de preocupação, principalmente pelo alheamento
das esferas governamentais com a situação das empresas.
É preciso
praticar uma abrangente política de administração Tributária
para equacionar a questão desse Passivo.
Essa gestão
pode ser Judicial e/ou Administrativa, mas unicamente
centrada para esse objetivo e de forma consolidada. O
contribuinte não pode se iludir com programas do tipo REFIS,
que objetiva unicamente aumentar o caixa do governo,
independentemente das conseqüências no caixa das empresas.
Para nós
não é surpresa as notícias de exclusão do REFIS de dezenas
de milhares de contribuintes, que só viram piorar a sua
situação perante o Governo Federal, o que ainda pode ser
resolvido se alguma medida preventiva for tomada por essas
empresas, o mais urgentemente possível.
Não temos
dúvidas de que o APT é a solução que deve ser colocada em
prática e a Rede Ideal Office possui uma
experiência única e pode guiar a sua empresa pelo caminho
mais econômico e seguro nesse tipo de trabalho.
Ao
contrário do que o governo pensa e exige de forma
coercitivamente exagerada, nem sempre é possível o
recolhimento dos impostos nos prazos prescritos
(curtíssimos, aliás), o que dá ensejo à constituição de
Passivos Tributários, com a cobrança de pesados encargos,
muito deles sem a mínima sustentação legal.
A atuação
da Rede Ideal Office objetiva mostrar,
passo-a-passo, como minimizar e, até mesmo neutralizar o
recolhimento do imposto exigido, via Gerencial e/ou
Judicial, protelando, se for o caso, por mais de 5 ( cinco )
anos, o recolhimento do imposto, com evidente ganho
financeiro para o contribuinte, tal a violência dos juros
praticados no Brasil para os tomadores de recursos.
Esta linha
de Planejamento Tributário tem sido praticada intensamente
pelas empresas, com muito sucesso por meio de um grande
número de teses, muitas delas de iniciativa da Rede Ideal
Office. |
3
- Recuperação de Crédito Tributário
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Dentro dos
impostos não cumulativos, cujos exemplos mais
característicos são o ICMS e o IPI e, agora, o PIS e a
COFINS, existem inúmeras oportunidades de aproveitamento de
créditos fiscais (que diminuem e até zeram o montante a
pagar), que são restringidos de forma sutil e até mesmo
ostensíva pela legislação fiscal, aumentando o custo
Tributário das empresas.
Nesse caso,
de forma Gerencial e/ou Judicial pode o contribuinte passar
a aproveitar esses valores nas operações futuras e/ou
recuperar, na sua escrita fiscal, as importâncias
indevidamente recolhidas no passado.
Esse
aproveitamento deve ser analisado caso-a-caso, com a ajuda
da Rede Ideal Office e considerado de forma
estritamente particular dentro da realidade de cada empresa. |
4 - Compensação de
Crédito Tributário
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Este
procedimento é utilizado para a empresa reaver os imposto e
contribuições recolhidos de forma indevida.
Embora
muito parecidos, este instituto tem a sua aplicabilidade
mais dificultada que o aproveitamento dos créditos dos
impostos não cumulativos, mas não deixa de ser importante
instrumento de Planejamento Tributário.
Bem
estruturado e operacionalizado, a compensação de crédito
tributário reverte-se de grande significado
financeiro-patrimonial e de grande geradora de caixa para as
empresas. |
5 - Defesa de Autuação
Fiscal
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Quando o
assunto é auto de infração, temos que considerar duas fases
processuais: uma a Administrativa e outra Judicial, cada uma
com importância própria e significativa no contexto do
resultado final, para o qual a estratégia de defesa é
fundamental para o contribuinte.
Nesse
sentido, a autuação fiscal por si só não pode ser
considerada um mau negócio para a empresa, pois é possível
administrar e estabelecer a linha de defesa que vai ser
implementada, em qualquer uma das duas fases processuais.
Não se
pode, no entanto, confundir, de forma alguma, o planejamento
tributário Administrativo e o Judicial, a que sempre nos
referimos, com a sonegação fiscal, que não deve e nem
precisa ser colocada em prática.
Uma coisa é
o planejamento tributário, que, eventualmente, pode gerar
uma autuação fiscal injusta, discutível e defensável e outra
é a sonegação fiscal que deve ser evitada e substituída por
outras formas legais e inteligentes de redução de custo por
parte das empresas.
É oportuno
observar a respeito que a autuação fiscal está devidamente
normatizada no próprio Código Tributário Nacional, segundo o
qual a apresentação de defesa suspende a exigibilidade do
imposto, não podendo, inclusive, ser considerada motivo de
restrição para a obtenção de certidões negativas.
A vantagem
de uma autuação fiscal está justamente na conciliação que é
possível fazer entre o tempo em que transcorre um processo e
o resultado financeiro que o contribuinte pode auferir, de
forma legal, transparente e empresarialmente justificável.
Você pode
contar com a Rede Ideal Office em qualquer fase
processual de uma autuação fiscal, pois sempre há uma
estratégia para conduzi-lo ao melhor resultado desejado. |
6 -Comitê de
Planejamento Tributário
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A Rede Ideal
Office coloca a disposição de seus clientes a
mais eficiente estratégia de redução da carga Tributária,
que é a constituição e a coordenação de Comitês de
Planejamento Tributário, onde não só apresenta idéias
práticas, como acompanha a sua operacionalização e ajuda a
gerar na empresa um ambiente de Planejamento Tributário.
Esse
trabalho, desenvolvido pela Rede Ideal Office, é
uma demonstração cabal de que os temas enfocados pelo Dr.
Fagundes em seus Eventos, não são meramente teóricos e isso
confere uma grande importância para os Seminários realizados
periodicamente, pela impostomenor
pois os pontos neles apresentados já foram discutidos e
colocados em prática com sucesso em seus clientes. |
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